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quinta-feira, 7 de junho de 2012

A importancia do esporte para a educação

Por: Lívia Valladares


Sabemos que a prática de esporte é um instrumento educacional que propicia o desenvolvimento tanto individual quanto social da criança. O esporte, infelizmente, não é utilizado pelas instituições educacionais na proporção que deveria. Através da prática esportiva promovemos a socialização, a rotina, o cumprimento de regras, o respeito, a persistência, o saber competir, o aguardar a sua vez, o romper limites, o saber ganhar, o saber perder e muitos outros quesitos. É uma fonte inesgotável de conceitos éticos e morais tão importantes para a formação do indivíduo. O esporte é uma ramificação da Educação Física, porém deve existir independente dela. O professor de Educação Física deve sim proporcionar o conhecimento de cada esporte para que o indivíduo possa optar, com competência, qual esporte gostaria de praticar.  O esporte deve ser proporcionado pela escola em horário oposto às aulas para que o indivíduo possa frequentar e se dedicar. O esporte tem a capacidade de integrar o indivíduo independente da classe social, raça ou religião. Desenvolve no indivíduo a capacidade de trabalhar em grupo, de cumprir horário, de saber ouvir, de conhecer o próprio limite, conhecer o próprio corpo, de admitir que precisa melhorar, respeitar as diferenças e tantos outros aspectos tão difíceis de serem conscientizados, além de evitar o sedentarismo tão comum nos dias de hoje onde o indivíduo passa horas sentado em frente a um computador ou a uma televisão seja assistindo ou jogando videogame. O esporte deve ser o maior aliado da educação. Juntos promovem o desenvolvimento integral do indivíduo de forma harmoniosa e sadia despertando para a cidadania e assim formando pessoas de bem. Presenciamos no Pan-americano 2007 que nossos atletas embora estejam nos proporcionando tanta alegria pelo desempenho que estão tendo, não tiveram o mínimo de incentivo nem das escolas, nem do governo.

Jogos Mundiais para Transplantados

Por: Nathalia Diniz


Superação é a melhor palavra para decretar uma pessoa que vivenciou a doação de um transplante. Com toda a força, ela realiza uma nova etapa em sua vida, que pode inserir a prática de esportes. Os Jogos para Transplantados são prova disso. A competição revela que um transplantado pode atingir uma ótima forma física e a qualidade de vida. Também, é uma oportunidade de comover a opinião de pública sobre a necessidade de tornar maior o número de doadores de órgãos e, consequentemente , salvar mais vidas.
A 18ª edição do evento aconteceu na Suécia em 2011. Podem participar todas as pessoas que tenham sido transplantadas pelo menos um ano antes do início dos jogos (transplantes de coração, fígado, pulmão, rim ou medula óssea).
As modalidades esportivas que fazem parte dos jogos são as seguintes: badminton, boliche, ciclismo, golfe, lawn bowls (esporte parecido com a bocha), road race (corrida de estrada), squash, natação, atletismo, tênis de mesa, tênis e voleibol. Os números são de impressionar. Para se ter uma ideia, o recorde na prova de 100 metros rasos é de 11:18 segundos e no salto a distância é de 6.85 metros. A história dos jogos para transplantados já é duradoura. O primeiro evento aconteceu em Portsmouth, na Inglaterra, em 1978. Cerca de 100 competidores participaram, vindos do Reino Unido, França, Alemanha, Grécia e Estados Unidos. A competição vem evoluindo nos últimos tempos e os Jogos em Göteburg retratam bem essa evolução. 

Em 2009, a cidade de Gold Coast, na Austrália, recebeu atletas de 39 países. Cerca de 1.900 pessoas estiveram presente para partilhar e incentivar o evento. A próxima cidade-sede já foi escolhida: Durban, na África do Sul, receberá os jogos em 2013. 
Há igualmente os Jogos de Inverno, disputados nos anos pares desde sua primeira edição, em 1994. Em 2012, eles acontecem na cidade de Anzére, na Suíça.


E o mais legal é que todas as pessoas, de todas as idades são bem-vindas nessas competições, provando que não há limite para a superação. 


Os atletas competem divididos por gênero e nas seguintes faixas etárias:
De 18 a 29 anos de idade, de 30 a 39, de 40 a 49, de 50 a 59, de 60 a 69 e maiores de 70. Os menores de 18 anos competem nos chamados "junior events", separados por gênero e divididos por faixa etária nos seguintes grupos: 5 anos de idade ou menos, de 6 a 8, de 9 a 11, de 12 a 14 e de 15 a 17. Os jovens de 16 ou 17 anos podem competir nas provas de adultos, mas desde que só compitam nessa categoria a partir de então. 
Para participar é indispensável que todos os atletas apresentem uma autorização médica por escrito e assinada, da unidade de transplantes.
Como em edições anteriores, familiares e amigos podem acompanhá-lo durante a competição. 

Os Jogos para Transplantados são um sucesso e estão aí há mais de 30 anos para mostrar os benefícios que pode trazer um transplante de órgãos e a recuperação do paciente que nunca deixa de ser um esportista. 
Além disso, o evento desperta a conscientização do público sobre a importância de se ter mais doadores.






O esporte e o Islã



POR DAIANNA CARLA


Ao contrário do que muitos podem pensar,esportes são permitidos no Islam.De fato,o Islam nos  encoraja a praticar esportes,porque devemos cuidar do corpo que é um presente de Allah, deve-se buscar uma vida saudável e esportes são uma boa maneira.
O Islam incentiva todos os esportes como natação, tiro, equitação,esgrima.Esses esportes são os mais mencionados no Islam porque são esportes que trabalham o corpo todo e nos ajuda na auto defesa,que também é importante. Isso não significa que outros esportes não possam ser praticados.
O Profeta Muhammad disse:
“O crente forte é melhor e mais amado para Allah do que o crente fraco”.
Entretanto,existem alguns pontos que um muçulmano deve observar ao praticar esportes:
1-Um muçulmano não deve ocupar-se com o esporte na medida em que leva a negligenciar seus deveres religiosos e outros.
2-Cego fanatismo a favor ou contra a  um time não tem nada a ver com o Islam, por isso realmente contradiz os ensinamentos islâmicos pedindo união e amor.O Islam diz que esportes devem ser praticados como forma de aumentar a irmandade,brigas e fanatismo não são permitidos.
3-Enquanto a prática de esportes não deve haver espaço para palavrões, mau comportamento e calúnias.
4-Islam não permite esportes que envolvem ambos os sexos, de uma forma que abre canais para a tentação, sedução e corrupção.
5-Islam rejeita também todosos esportes que agitam desejo sexual ou encorajam perversão moral, como as mulheres praticantes de dança que são observadas pelo público.
6-A vestimenta deve cobrir a Awrah,que é a parte do corpo que não pode ser exposta.No caso da mulher é o corpo todo exceto mãos e rosto,e no caso de homens  a awrah vai do umbigo ao joelho.Portanto a awrah deve ser coberta. 





África do Sul e o futebol



POR DAIANNA CARLA


Desde o final da II Guerra, com a tomada do poder pelo Partido Nacional, a África do Sul ficara rotulada como a capital mundial da segregação racial. Hoje, superadas as diferenças e reestabelicida a democracia, o país foi escolhido para sediar a próxima Copa do Mundo de Futebol em 2010, e assim mostrar para o mundo que é uma nação livre do preconceito e da discriminação.

    No entanto, no final da década de 1940, a política segregacionista instituída com o Apartheid atingiu a todos os setores da sociedade sul-africana. O meio esportivo, por sua vez, não ficou impune às determinações desse regime. Em 1976, o presidente Pieter Botha aprovou um pacote de medidas estabelecendo novas regras para a estrutura esportiva do país, tais como:


1. Cassar as federações unificadas e criar associações específicas para mestiços, indianos e africanos;
2. Criar novas federações raciais, impedindo associações livres;
3. Financiar e ajudar a composição de uma elite negra, reconhecendo sua existência como forma de manter o status quo, e justificando a política segregacionista do regime.


   Se até então a Federação Sul-Africana de Futebol estava suspensa do quadro da FIFA, essas proposições foram determinantes para sua expulsão da entidade. Nesse contexto, o futebol transformou-se num dos principais catalisadores da luta contra o Apartheid, tendo como ponto de referência um clube em especial, o Winnie Mandela Football Club. Winnie era o nome da mulher de Nelson Mandela, homem que liderou a luta pela redemocratização africana, e seu time serviria como refúgio para líderes políticos e sindicais perseguidos pelo regime.


   Em 1991, enfim, com a extinsão do Apartheid, a África do Sul seria readmitida no cenário esportivo internacional, sendo aceita de volta pela FIFA em 1992. Com a vitória de Nelson Mandela, a Bafana Bafana (apelido pelo qual é conhecida a seleção nacional de futebol e que significa "garotos", em uma das línguas negras) se tornaria um poderoso fator de coesão nacional, uma das bases da democracia sul-africana.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Boa ação no esporte: Atleta ajuda concorrente machucada a cruzar linha de chegada

     A estudante Meghan Vogel estava em último lugar em uma corrida promovida no último sábado, 2 de junho, peloOhio High School Athletic Association, no Estádio Jesse Owens, em Columbus, Estados Unidos. Foi então que, nos últimos minutos da prova, se deparou com a penúltima colocada Arden McMath, que passou mal e não conseguia mais correr direito. Meghan poderia ter ultrapassado a concorrente, evitando terminar a corrida em último, mas colocou os braços de Arden em torno de seus ombros e a carregou durante os últimos 20 metros de prova. Na linha de chegada, ainda fez com que a corredora machucada cruzasse primeiro, sendo considerada até justa.

A corrida dos lucros


"Estudo exclusivo revela o perfil dos corredores brasileiros e demonstra o potencial de crescimento do setor no País"


    Ninguém discute que o esporte mais praticado no Brasil é o futebol. Atrás dessa maior paixão do brasileiro aparece uma atividade que cresce, literalmente, a passos largos: a corrida. Basta dar uma olhada nos parques públicos, nos clubes e até nas ruas. Uma multidão de quatro milhões de corredores pratica regularmente esse esporte (eram dois milhões há seis anos). O aumento expressivo do número de atletas despertou os negócios ligados à corrida. Estima-se que a venda de artigos esportivos específicos para corredores, de bebidas como isotônicos e o turismo voltado para o esporte movimentem por ano R$ 3 bilhões. Os valores tendem a crescer. Uma pesquisa inédita realizada pela Ong Corpore e antecipada com exclusividade à DINHEIRO revela que poucas áreas contam com um perfil de praticantes tão qualificado - o que assegura um horizonte promissor para essa área da economia. "Não é exagero dizer que a corrida é o esporte do momento no Brasil", diz David Cytrynowicz, presidente da Corpore, maior clube de corredores da América Latina, com cerca de 250 mil atletas cadastrados.

   Segundo a Corpore, uma única corrida de rua movimenta entre R$ 1,5 milhão e R$ 6 milhões, dependendo da quantidade de atletas vindos de outros Estados. Do total arrecadado, 40% permanecem na cidade-sede do evento, na forma de despesas com turismo, hospedagem e lazer. "Uma cidade como São Paulo, que recebe o maior número de provas, pode explorar a corrida para faturar alto com o turismo", diz Cytrynowicz. Para efeito de comparação, a maratona de Nova York (a mais conhecida do mundo), gera mais de R$ 360 milhões em negócios para a cidadeO presidente da Corpore aponta outro aspecto positivo das corridas: a possibilidade de convívio social. "A corrida é muito mais um elemento de relacionamento entre seus participantes do que um esporte em si", diz Cytrynowicz. Segundo Nelson Evêncio, presidente da Associação de Treinadores de Corrida de Rua, há uma tendência de as próprias empresas estimularem essa prática esportiva. "Cada vez mais companhias utilizam a corrida como forma de melhorar a interação entre os funcionários", diz Evêncio.



Por Paola Morgado

O início da Euro-2012

Ironicamente, o primeiro treino da Alemanha na Polônia para o início da Eurocopa, foi na cidade onde eclodiu a 2ª Guerra Mundial. Ao contrário do que muitos poderiam pensar, os poloneses não criaram um clima hostil e, na verdade, receberam os Alemães muito bem. A seleção da Alemanha, que tem 2 jogadores poloneses naturalizados Alemães, tem história, inclusive no futebol, diretamente ligada aos 2 países sede da Eurocopa, Polônia e Ucrânia. Na década de 40 quando os oficiais Nazistas jogaram contra o Dínamo de Kiev e perderam as 3 partidas que jogaram, logo após a 3ª derrota os Nazistas perseguiram e mataram vários dos jogadores do Dínamos de Kiev, e hoje, em clima mais amigável, dando início em um lugar que já teve inícios não tão amigáveis quanto o de hoje.

http://globoesporte.globo.com/futebol/eurocopa/noticia/2012/06/unida-pela-historia-alemanha-recebe-11-mil-em-primeiro-treino-na-polonia.html




Por: Paulo Victor Rubim